| Dados da Integração: | ||
| Intervalo Inicial (a): | ||
| Intervalo Final (b): | ||
| Quantidade de subintervalos (n - par): | ||
| Função f(x): | ||
No caso da Regra de Simpson, dado o intervalo \([a,b]\) dividindo-o em \(n\) (par, pois a aproximação por parábolas necessita de 3 pontos e iniciamos a contagem em 0) subintervalos de comprimento:
Definimos os pontos \(x_0 = a\), \(x_i = x_0 + ih\), para \(i = 0,1,\ldots,n\), com \(x_n = b\).
A integral pode ser aproximada pela soma das áreas sob parábolas que passam por ternos consecutivos de pontos:
Que pode ser simplificada para a fórmula clássica:
O erro total na Regra de Simpson é dado por:
Nota Importante: Se \(f(x)\) é um polinômio de grau \(\leq 3\), então a derivada quarta \(f^{(4)}(x)\) é nula. Consequentemente, o erro \(|E_{Simp}|\) é zero, ou seja, a regra de Simpson é exata para polinômios de grau até 3.
Clique em qualquer exemplo abaixo para carregá-lo automaticamente na calculadora e visualizar o resultado.
a = 0 b = π n = 10
Função: \( f(x) = \sin(x) \)
Clique para calcular e ver as parábolas aproximando a curva do seno.
a = 0 b = 1 n = 6
Função: \( f(x) = e^{-(x^2)} \)
Este é o exemplo clássico usado para estimar o erro. Com n=6, o erro já é menor que \(10^{-4}\).
a = -1 b = 2 n = 4
Função: \( f(x) = x^3 - 2x + 1 \)
Observe que, mesmo com poucos intervalos, o resultado será exatamente igual ao valor analítico.
a = 1 b = 2 n = 8
Função: \( f(x) = 1/x \)
O resultado deve se aproximar de \( \ln(2) \approx 0.69314718 \).